Por que você vai à balada gay?


Na semana da Parada Gay, fomos a duas casas noturnas paulistanas, o Gloria, conhecido pela frequência GLS, e o Sonique, que fez uma programação especial antes do evento, e perguntamos a garotas heterossexuais por que elas estavam ali. Beijar não é a prioridade - mas também acontece!
'Aqui eu posso me vestir do jeito que eu quero. Posso ser quem eu quiser, sem estereótipos. Posso dançar do jeito que eu quero também. É mais liberdade em todos os sentidos. Mas tem o seu preço: estou sem namorado. Pode colocar que eu tenho 100 amigos gays, um amigo hétero e nenhum namorado.' Marie Ikonomidis, 31, vendedora na galeria de
arte Fortes Vilaça
A OPINIÃO DELE
'Ir a baladas com amigas hétero é bom porque temos algo em comum: gostamos de homem. Elas são divertidas.' Christofer Alexander, 24,
designer de joias

'Todos os meus amigos são gays. Eles são próximos das mulheres, mas pensam como homens - isso é ótimo. Nessas baladas, eu me sinto entre amigos de verdade. Nas baladas hétero, há sempre alguém chegando.'
Marcela Levy, 32, artista plástica

'Vou a baladas hétero para ouvir música brasileira ou hip hop; nas gays, toca mais eletrônica. Na balada hétero, as pessoas bebem mais e dão mais atenção para a música. Já na gay, há mais liberdade.' Maihara Marjorie, 21, stylist





'Gosto de locais GLS porque ninguém chega em mim. Vou para A Loca, Torre, Gloria, Vegas. Na The Week, sinto que mulheres não são tão bem-vindas. Lá é um local mais de caça para os gays.'Giovana Gasparini, 20, repórter

'A música sempre é melhor. Quando é ruim, é de propósito, como hoje, que tocou lambada. Todo mundo sabe que é piada. Há senso de humor.'Lorena Sgarzela, 29, produtora de conteúdo

'Comecei a ir a baladas GLS em Toronto, no Canadá, onde fui estudar inglês. Eu me senti à vontade e muito respeitada. Aqui, gosto da Bubu Lounge Disco, da Loca, da The Week e do Gambiarra. A Bubu é a melhor: sempre tem héteros. Mas tem uns que ficam com meninas e dizem que são gays, vai saber...' Camila Duarte, 26, assistente de perito judicial
'Todo mês, promovo a festa 'Vai!', no Gloria, cujo público-alvo é GLS. Em lugares hétero, se você dança mais solta já acham que está 'facinha'. Já os héteros que vão a baladas gay sabem chegar. E muitos vão a esses locais porque sabem que toda 'biba' tem uma amiga que vai junto. Tenho uma amiga que conheceu o marido na 'Vai!'.'
Paula Reboredo, 30, dona da marca B. Luxo























revistacriativa.globo.com

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Suzana, para Vidas: "Todas as mulheres são bonitas"


Uma mulher como as outras. É assim que a cantora Suzana começa por se definir. 'Há dias em que me acho mais interessante do que outros, mas no fundo acho que todas as mulheres são bonitas.' Na produção para a Vidas, a ex-Tentações fez, pela primeira vez, fotos em biquíni num espaço ao ar livre e revela que não podia ter-se sentido mais à vontade. 'A equipa foi extraordinária, foram todos muitos profissionais e as coisas não tinham por que correr mal.' Aos 32 anos, Suzana diz que se sente em forma mas que, como todas as mulheres, não pode deixar de ter alguns cuidados. 'Faço ginásio e essencialmente cardio por causa dos espectáculos ao vivo. Depois tenho muitos cuidados com a alimentação. Embora não faça dietas, sei o que devo comer', revela Suzana, que confessa ainda fazer alguns tratamentos anticelulite. 'Todas as mulheres devem gostar e sentir-se bem com o seu corpo.' A cantora, que lançou recentemente o sexto trabalho da sua carreira (uma espécie de Best Of), tem dificuldades em falar de si. 'Nunca sei o que responder quando me perguntam qual a parte do corpo de que mais gosto...'
PERFIL
Suzana iniciou a sua vida artística aos 12 anos a tocar um órgão que o pai lhe ofereceu em festas e bailes. Aos 16 anos, fez parte de um grupo folclórico, entrando mais tarde para o Conservatório de Música e Canto de Leiria. Fez parte do grupo Tentações juntamente com a actriz Sónia Brazão e, apesar do fim do grupo, nunca desistiu da música. Ainda fez coros para Tony Carreira, mas em 2000 lançou-se na carreira a solo, tendo gravado até ao momento seis discos.

www.vidas.correiodamanha.pt

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Ildi Silva faz novela na Record e nega romance com Pensador


foto materia principal
Me achar sensual depende do meu estado de espírito”, conta Ildi.
Ela é meio baiana, meio carioca e tem um visual bem moderno. Mas não é que fica linda até num estilo retrô? Coberta por pérolas, rendas e vestidos soltos, hits dos anos 20 que voltam neste inverno, a atriz Ildi Silva prova que a década do jazz e do art déco é carregada de erotismo chique.
“É legal reparar como a mulher daquela época usava artifícios para ficar sensual. Os acessórios sempre valorizam muito”, diz ela.
O Casarão Nobre — original do Império e preservado pelo Patrimônio Histórico —, em plena Rua Buenos Aires, no Centro do Rio, deu o clima da produção. 

Ao contrário de sua personagem em ‘Bela, A Feia’ — próxima novela da Record, com estreia prevista para agosto —, Ildi acha que sensualidade não é um bem diário. 

“Às vezes, a gente acorda com uma espinhazinha no rosto e pensa ser a pior coisa do mundo. Me achar sensual depende do meu estado de espírito”, conta.
odia.terra.com.br

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Barões das vans lucram milhões


Três feudos que movimentam mais de R$ 30 milhões por mês. Comandadas a mão de ferro, cooperativas de Jacarepaguá, Campo Grande e Cascadura exploram o transporte diário de mais de 400 mil passageiros. Nas suas áreas intocáveis, ‘exércitos’ de policiais impedem invasões e mantêm os privilégios de uma casta que se perpetua no poder desde o início da década. 
 
Foto Ernesto Carriço/Agência O DIA
Na dinastia de Rio das Pedras, o recente assassinato do presidente, Getúlio Rodrigues Gamas, em maio, não afetou os negócios dos irmãos Pereira Barbosa. O sargento reformado Dalmir e o topiqueiro Dalcemir continuam dando as cartas. Hoje, a famíliaacumula patrimônio superior a R$ 7 milhões, de acordo com investigações da Polícia Federal. Tamanho sucesso empresarial é, em grande parte, creditado à exploração de 16 linhas principais que ligam Jacarepaguá à Zona Sul e à Barra da Tijuca, além das taxas semanais entre R$ 297 (Kombis) e R$ 300 (vans), cobradas de 400 cooperativados.
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O subúrbio também tem um soberano. A hegemonia de Valdir da Silva Sá, presidente da cooperativa Alternativa, está nas ruas de Madureira e Cascadura. São 400 carros que circulam nos melhores trajetos para o Recreio e Nova Iguaçu. A estrutura, que rende aos cofres da associação cerca de R$ 4 milhões anuais, é mantida graças ao perfil do seu líder e discípulos, sempre acompanhados de seguranças. Em um registro feito na 28ª DP (Campinho) em janeiro de 2004, o motorista Carlos Augusto Murta acusou Valdir de ameaçá-lo caso não lhe pagasse a contribuição semanal. “Você tem certeza de que vai rodar sem pagar à cooperativa? Então você vai pagar para ver!”, teria dito o presidente da Alternativa. Em outra ocasião, o vice de Valdir, Ismael Vitelbo da Silva, foi acusado de agredir um topiqueiro que não aceitou a incorporação de sua cooperativa à Alternativa.
Cooperativa ignorou recadastramento

A prosperidade no setor de vans não atrapalhou Valdir e sua aptidão por outras formas de ganhar dinheiro. A certeza de lucro com as atividades levou o topiqueiro a até ignorar o recadastramento de cooperativas na prefeitura, no ano passado. Desde então, a Alternativa não está credenciada para rodar. 

Valdir aparece como sócio na Four Kings Publicidade Ltda, localizada no mesmo endereço da cooperativa, na Avenida Ernani Cardoso. Ele também é um dos proprietários da IVM Serviços e Intermediação Comercial.

Incorporações à força pela ‘Liga da Justiça’

Na terra de ninguém em que se transformou Campo Grande nos últimos anos, restou às cooperativas da região escolher entre aderir à Liga da Justiça ou pagar caro por desafiá-la. Seja tomando associações à força ou cobrando pedágios, o bando liderado por Jerônimo Guimarães Filho, o Jerominho, chegou a ter influência sobre cerca de 1.300 Kombis e vans na Zona Oeste. 

O lucrativo mercado levou Jerominho a acumular patrimônio de R$ 3 milhões, com casas na Região dos Lagos, Mangaratiba, Recreio dos Bandeirantes e Zona Oeste.

REUNIÃO SECRETA DEU ORIGEM À PARTILHA DE LINHAS DO G4
Gigantes do setor se anteciparam à licitação da prefeitura para se apropriar de rotas de maior movimento e afastar a concorrência

O novo desenho do mapa do transporte alternativo no Rio foi decidido em reuniões secretas na Zona Oeste entre César Cabeção (Rio da Prata), Valdir Sá (Alternativa) e Getúlio Gamas, representando Dalmir Barbosa (Rio das Pedras). De olho na licitação da Prefeitura do Rio para ficar com as melhores linhas, os chefões que já exploravam o setor definiram as regras que ditam o mercado até hoje. Os três, logo depois, tiveram que abrir espaço para a ambição de Jerominho em dominar parte da Zona Oeste. Silenciosamente, o G4 estava montado. 

A região contemplou um acordo entre dois gigantes. Ficou acertado entre César e Jerominho que as vans de Campo Grande, Santa Cruz e Guaratiba seriam da Liga da Justiça, enquanto todos os carros de Bangu, Realengo e Senador Camará ficariam com a Rio da Prata. A partir daí, o bando de Jerominho não perdeu tempo em seu território e fundiu pelo menos oito cooperativas na Coopervida — criada para dar ares de legalidade às ações da Liga. Uma das associações adquiridas pelo novo empreendimento foi a Cooperouro, na época dirigida por Marcelo Teixeira da Cunha, hoje presidente da própria Coopervida. Na ocasião, a Liga chegou a exigir, sem sucesso, da rival de Rio das Pedras o pedágio pelas linhas que passam por Campo Grande. 

A escalada dos negócios da Rio da Prata também seguiu o modelo de aquisições, mas a relação com o G4 estremeceu com a ganância de César. Além de encampar pelo menos seis cooperativas de Bangu e Vila Valqueire, ele avançou sob as linhas de Valdir em Cascadura. A reação da Alternativa veio com a tomada de trajetos da Coopcap de Marechal Hermes. 

Em 14 de abril de 2007, novo abalo. César ‘comprou’ a Coopertiba, em Santa Cruz, área de Jerominho. Em seguida, com pelo menos 20 homens armados, Ricardo Teixeira da Cruz, o Batman, e Luciano Guinancio invadiram a filial da Rio da Prata. A resposta veio de forma inesperada: depoimentos na polícia denunciando os principais chefes da Liga, que serviram de base para as prisões meses depois. 

Ainda que a geografia do transporte alternativo já tenha os gigantes definidos, o cenário está aberto a novos personagens. Mesmo sob influência do G4, pelo menos quatro ‘emergentes’ tentam ganhar espaço. Inicialmente instalada em Bonsucesso, a Cooperfiel se estendeu para a Ilha do Governador e hoje domina a região. A boa relação do presidente da cooperativa, Adamor Júnior, com César Cabeção ajuda nos negócios. Em Santa Cruz, a Cooperoeste luta para sobreviver com 150 carros. Marechal Hermes já teve a antes poderosa Coopcap, que reduziu a frota e hoje opera com apenas 120 carros. Em Guadalupe, a Cooperisrael opera com cerca de 200 veículos.
odia.terra.com.br

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Internauta enumera problemas de rua em Nilópolis


A Rua do Comércio, no Centro de Nilópolis, está uma verdadeira vergonha. Além de buracos por toda parte, é incrível a quantidade de lixo em frente ao número 15. Comerciantes e alguns moradores despejam o lixo em frente ao local. A própria coleta deixa um pouco na rua.
Isso quando o caminhão que faz entregas não chega às 6h da manhã, obstruindo a passagem do caminhão de lixo. Aí fica aquele mau cheiro, com ratos e moscas...
Quando chove fica difícil sair de casa, pois a rua vira um lamaçal. E tudo isso bem no centro da cidade. A prefeitura já foi informada diversas vezes, mas nenhuma providência é tomada.
extra.globo.com

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Igreja inclusiva carioca leva peça de teatro gay a Nilópolis

Depois do espetáculo “Vidas Diversas” lotar os teatros em Nova Iguaçu e Copacabana, chegou a vez de Nilópolis receber a peça, nesta sexta-feira 3, às 19h30, no Teatro Tim Lopes. Encenada pelo grupo de teatro da Igreja Cristã Contemporânea, a montagem conta a história de dois amigos homossexuais que frequentaram durante a infância a mesma igreja.

No auge de sua juventude, quando as perguntas começam a ficar cada vez mais frequentes, eles se reencontram e descobrem que vivem em mundos completamente diversos. Entram em cena questionamentos sobre a religião e a homossexualidade, o que é certo ou errado e um confronto constante de história dos pais que descobrem filhos homossexuais.

Ao fazer uma nova leitura da Bíblia, com muito mais tolerância e amor, a peça tenta combater a homofobia religiosa praticada nas igrejas mais fundamentalistas e mostra um caminho para felicidade do gay ao se aceitar como realmente é. A entrada é grátis.

"Vidas Diversas" - 19h30
Teatro Tim Lopes: Avenida Getúlio de Moura 1175, centro – Nilópolis

mixbrasil.uol.com.br

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CEDAE reajusta conta de água e revolta moradores


A Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) já começou a cobrar mais caro pela água fornecida a 1,62 milhões de clientes em todo o estado. As contas de agosto virão com o reajuste de 5,95%. Isso significa que um consumidor residencial da Zona Norte do Rio com consumo mensal de 30 metros cúbicos de água (cada metro cúbico equivale a mil litros), por exemplo, pagava uma fatura de R$ 83,47. Agora, ele passará a gastar R$ 88,47 por mês.
De acordo com a gerente comercial da Cedae, Daisy Menezes, o reajuste foi feito para corrigir as perdas com a inflação - até maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulava alta de 5,44% em 12 meses.
- As contas de julho já vieram com o aviso do aumento para não pegar o consumidor de surpresa em agosto - explicou Daisy, acrescentando que os reajustes de preços são feitos a cada período de 12 meses.
1,6 milhão de clientes.
Segundo o último levantamento da Cedae, feito em janeiro deste ano, dos 1,62 milhões de clientes, 1,503 milhões são residenciais, 116 mil comerciais e 4.378 industriais.
O aumento revoltou moradores de Nilópolis, onde os serviços prestados pela companhia são alvos de queixas. “É um absurdo isso, eles aumentam os valores mas não aumentam a eficiência dos serviços. Na minha casa a água só cai uma vez por semana e eles ainda tem coragem de aumentar”, reclama o analista de sistemas Oswaldo Melo, que mora no bairro Centro e estava na loja da CEDAE em Nilópolis solicitando uma revisão nos canos da rua.
Junto ao analista Oswaldo, outras pessoas se manifestavam contrárias ao aumento, como é o caso da professora Carla Lopes:
- Estou há quase dois meses pedindo a troca de um hidrômetro e eles só enrolam e ainda tem coragem de aumentar as contas. Só no Brasil isso - se revolta a professora.
Fonte:sitedabaixada.com.br

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Moradores reclamam de obras mal feitas e de funcionários da Vila Olimpica


A Vila Olimpica de Nilópolis foi reinaugurada em Outubro do ano passado  
A Vila Olimpica de Nilópolis, reformada em Outubro do ano passado, já apresenta sinais de que as obras não foram bem feitas. Reinaugurada com muita festa, as obras de revitalização do principal espaço para a prática de esportes do município estão sendo foco de críticas e reclamações por parte dos frequentadores.
Segundo os frequentadores, a quadra poliesportiva, que foi uma das instalações recém construídas, toda vez que chove apresenta muitas goteiras no teto, atrapalhando a prática dos diversos esportes procurados pela população. “Vim jogar e encontrei a quadra toda molhada, pensei que tinham lavado, mas quando vi,a água caia do teto, é uma vergonha”. - indigna-se o atleta João Rodrigues.
Percorrendo a Vila, pode-se notar que a pista de corrida, alardeada pela administração pública na época da reinauguração como sendo uma das melhores dos país, tem vários pontos onde a água se acumula, atrapalhando os atletas. Além desses problemas se nota que as obras da Vila foram feitas sem nenhuma preocupação com a qualidade e a durabilidade.
- É uma vergonha, o nosso dinheiro está jogado no lixo, as obras são todas mal feitas, tudo de baixa qualidade, daqui a pouco vão querer refazer tudo de novo. A prefeitura deveria mandar fiscalizar quem faz as obras - reclama o aposentado Irani Alves.
Outra queixa ouvida, é referente ao hábito de alguns funcionários que insistem em fumar próximo aos locais de prática de esportes, sabendo que essa prática é extremamente prejudicial à saúde de quem procura o local.

Fonte:sitedabaixada.com.br

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Vereador pede a municipalização de Hospital Estadual no Cabuís

Hospital Estadual Vereador Melchiades Calazans

Pela proposta do vereador Betinho, o Hospital estadual passaria a ser administrado pela Prefeitura  
Através da indicação nº 303, de 1º de abril de 2009, publicada no Jornal A Voz dos Municípios, que atua como Diário Oficial do município de Nilópolis, em 03 de julho de 2009, o vereador Roberto Barros Batista, mais conhecido como Betinho Batista, pede que a Prefeitura consiga junto ao Governo do Estado a municipalização do Hospital Estadual Vereador Melchiades Calazans, situado no bairro Cabuís.
Segundo o vereador, a intenção com a municipalização é diminuir a quantidade de pessoas que procuram o único hospital municipal da cidade:
- O pedido tem por objetivo atender a grande demanda que sofre o Hospital Municipal Juscelino Kubstchek sendo assim o município poderá oferecer os serviços na área de saúde com melhor qualidade, uma vez que o referido tem grande capacidade, porém pouco funcionamento. - justica o vereador Roberto Barros Batista.
O Hospital Estadual Vereador Melchiades Calazans, que fica na Rua João de Castro 1.250 no Cabuís, foi inaugurado em 27 de julho de 2006 na gestão da Governadora Rosinha Matheus e tem capacidade para atender 300 pessoas diariamente
Fonte:sitedabaixada.com.br

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Moradores querem sinal de trânsito em rua movimentada


A Rua João Evangelista de Carvalho liga os municípios de Nilópolis e Mesquita. O movimento é intenso logo cedo. Em um trecho, no cruzamento com a Rua Pedro Álvares Cabral que fica próximo à uma escola, o número de pedestres é muito grande. Lá, o problema é a falta de sinal de trânsito e de guarda municipal, e as pessoas são obrigadas a esperar pelos motoristas para atravessar as pistas. O sinal mais próximo fica na outra esquina, a uma quadra do local.
O cruzamento é passagem obrigatória para os ônibus de quatro linhas, além de ser passagem obrigatória para quem se dirige aos bairros de Nossa Senhora de Fátima, Cabral e Centro, além dos municípios de Mesquita e Rio de Janeiro. Mesmo com esse movimento, os alunos de uma escola que fica próximo ao cruzamento correm o risco de serem atropelados devido a falta de uma sinalização no local. Não há sequer placas alertando para o perigo do cruzamento ou qualquer outra sinalização.
Segundo os alunos da escola, já foram feitos diversos pedidos à Prefeitura solicitando a sinalização. “Já mandamos vários pedidos, fizemos abaixo-assinado, enfim, estamos tentando de tudo, vamos ver até quando teremos que aguardar”, diz João Pedro.

Fonte:sitedabaixada.com.br

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